Você conhece os players da sua importação?
- Marketing
- 1 de set. de 2024
- 3 min de leitura
Se você é um importador e precisa trazer mercadorias para o Brasil, provavelmente já contratou um agente de cargas para cuidar dessa operação. Mas você já parou para pensar
quantos envolvidos participam de uma operação como essa? Vamos imaginar uma importação de um contêiner de 40 pés de Shanghai para Santos, utilizando o Incoterm EXW, ou seja, com todas as despesas sob sua responsabilidade.
Ao solicitar uma cotação ao seu agente de cargas, ele entrará em contato com seu parceiro na China. Esse parceiro, por sua vez, contratará uma transportadora terrestre, um despachante aduaneiro local e, finalmente, apresentará uma tarifa de frete marítimo com a companhia de navegação. Quando o contêiner chega ao Brasil, é a vez do seu despachante e da sua transportadora local entrarem em cena.
Portanto, uma operação como essa envolve os seguintes players:
Transportadora terrestre na origem;
Despachante aduaneiro na origem;
Agente de cargas na origem;
Terminal de origem;
Companhia de navegação (armador);
Agente de cargas no destino;
Terminal no destino;
Despachante aduaneiro no destino;
Transportadora terrestre no destino.
Muitas vezes, esses players são empresas independentes que colaboram entre si para que toda a logística ocorra de forma eficiente. Mas o que acontece quando essa parceria não funciona? Surgem problemas. No entanto, quando todos estão focados no cliente e comprometidos com a cooperação, evitam-se grandes transtornos. É hora de colocar o navio em movimento.
Assim que a companhia de navegação libera o booking, existe um prazo a ser cumprido na origem. A transportadora e o exportador (shipper) precisam estar em sintonia quanto à estufagem do contêiner e à entrega do mesmo ao terminal a tempo de ser embarcado.
O despachante na origem deve cuidar da liberação aduaneira antes do prazo final estipulado pelo armador. Quando tudo está conforme o planejado, seu agente de cargas no Brasil já estará trabalhando em conjunto com o armador para mantê-lo informado sobre a chegada da carga no porto de Santos.
O agente de cargas é responsável por um acompanhamento assertivo para fornecer informações sobre omissões, atrasos dos navios e possíveis transbordos com antecedência, permitindo que você se programe financeiramente e ajuste seus prazos. Quando a carga chega a Santos, é o seu despachante que cuidará da liberação aduaneira para nacionalizar sua mercadoria, que até então ainda é considerada chinesa.
Nesse momento, é essencial que o despachante e o agente de cargas no Brasil estejam alinhados para que o Siscarga seja desbloqueado sem atrasos, o que envolve o cumprimento de algumas burocracias. Uma delas é o Termo de Devolução de Contêiner, que é um documento que o importador deve assinar, reconhecendo a responsabilidade sobre o equipamento até sua devolução, incluindo os dias que ultrapassam o período de free time, isentando o agente de cargas de qualquer pagamento de demurrage, caso ocorra.
Agentes de cargas e armadores raramente seguem para o próximo passo sem que o Termo de Devolução de Contêiner esteja devidamente assinado pelo importador ou seu representante legal. A negociação de armazenagem com o terminal pode ser feita por você, importador, ou por alguns players, como o despachante ou por agente de cargas como nós da Mond Shipping.
Após a liberação pela alfândega, é hora de coordenar com a transportadora para emitir a nota e conseguir a janela de retirada do contêiner do terminal, evitando que o período de armazenagem se estenda e que os dias de freetime sejam ultrapassados.
A Mond Shipping centraliza todos esses players para você, simplificando sua rotina operacional, evitando desgastes e conflitos, e reduzindo os riscos operacionais em mais de 90% dos casos. Isso permite que seu departamento se concentre em outros assuntos internos enquanto recebe atualizações automáticas sobre o andamento do processo.